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A mostrar mensagens com a etiqueta Portugal à Frente

PORTUGAL 2015

Este espaço tem andado "adormecido" muito à imagem de um país em suspenso das decisões dos nossos políticos. De facto, os acontecimentos têm sido tantos e tão rápidos que tenho sido surpreendido pela sua dinâmica que não permite uma opinião amadurecida. Nesta altura dos acontecimentos quero deixar o meu agradecimento ao Primeiro-Ministro ontem derrubado pelo trabalho desenvolvido pelo seu anterior governo. Não estendo esse cumprimento ao seu vice porque entendo que não o merece, embora no seu partido, o CDS, haja quem também tenha "remado" na mesma direcção. Infelizmente não iremos ver o que faria Passos Coelho numa conjuntura diferente mas o resultado das eleições ditaram este possível arranjo. Quando decidi votar na coligação "Portugal à Frente" optei pela proposta que me parecia a mais confiável e disso não me arrependo. Aparentemente, será a vez do PS formar o seu governo. Confesso que gosto de muitas coisas que estão no seu programa m...

O novo mapa político

Portugal escolheu mudar...poucochinho!!!! É um facto indesmentível que a coligação Portugal à Frente foi a força política mais votada. Ainda não é um facto (embora seja provável) que o PSD seja o partido político com mais mandatos na AR ontem eleita. É um facto que a tão aclamada campanha do BE teve reflexo na votação obtida com um crescimento exponencial do número de deputados. É um facto que, em relação a 2001, o PS subiu a sua votação, elegeu mais deputados e contribuiu para retirar a maioria absoluta aos partidos que governaram nos últimos anos.  Factos que são traduzidos pela votação de ontem que viu a abstenção subir novamente e que muito provavelmente terá a sua explicação na quantidade de inscritos que não estão no país. Curiosamente, o maior de todos os derrotados de ontem é António Costa que, mais do que não ganhar a eleição, conseguiu perder, algo que poucos acreditariam ser possível há não muito tempo. O mesmo António Costa que "despediu" o anter...

As razões de um voto

Retirado da Internet Está quase na hora de sermos chamados a escolher os nossos deputados para nova legislatura. Como sempre fiz, responsavelmente, comparecerei na minha assembleia de voto para exercer esse meu direito. Não sou filiado em nenhum partido e confio mais em pessoas do que nas siglas a coberto das quais concorrem a uma eleição. Ainda que considere os partidos políticos indispensáveis ao funcionamento do país, não é a "bandeira" que me impele a votar. Tento estar o mais informado possível acerca dos assuntos que dizem respeito a uma governação (nacional ou local) e daí retiro o meu sentido de voto em cada eleição. Nesta altura já posso dizer que o meu sentido de voto está definido. Nas legislativas 2015 ele será depositado na coligação "Portugal à Frente". Essa minha decisão está directamente ligada à maior confiança que essa proposta política me confere em contraponto com a do Partido Socialista, porventura mais sedutora. Os anos de cr...