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A mostrar mensagens com a etiqueta António Costa

O novo mapa político

Portugal escolheu mudar...poucochinho!!!! É um facto indesmentível que a coligação Portugal à Frente foi a força política mais votada. Ainda não é um facto (embora seja provável) que o PSD seja o partido político com mais mandatos na AR ontem eleita. É um facto que a tão aclamada campanha do BE teve reflexo na votação obtida com um crescimento exponencial do número de deputados. É um facto que, em relação a 2001, o PS subiu a sua votação, elegeu mais deputados e contribuiu para retirar a maioria absoluta aos partidos que governaram nos últimos anos.  Factos que são traduzidos pela votação de ontem que viu a abstenção subir novamente e que muito provavelmente terá a sua explicação na quantidade de inscritos que não estão no país. Curiosamente, o maior de todos os derrotados de ontem é António Costa que, mais do que não ganhar a eleição, conseguiu perder, algo que poucos acreditariam ser possível há não muito tempo. O mesmo António Costa que "despediu" o anter...

As razões de um voto

Retirado da Internet Está quase na hora de sermos chamados a escolher os nossos deputados para nova legislatura. Como sempre fiz, responsavelmente, comparecerei na minha assembleia de voto para exercer esse meu direito. Não sou filiado em nenhum partido e confio mais em pessoas do que nas siglas a coberto das quais concorrem a uma eleição. Ainda que considere os partidos políticos indispensáveis ao funcionamento do país, não é a "bandeira" que me impele a votar. Tento estar o mais informado possível acerca dos assuntos que dizem respeito a uma governação (nacional ou local) e daí retiro o meu sentido de voto em cada eleição. Nesta altura já posso dizer que o meu sentido de voto está definido. Nas legislativas 2015 ele será depositado na coligação "Portugal à Frente". Essa minha decisão está directamente ligada à maior confiança que essa proposta política me confere em contraponto com a do Partido Socialista, porventura mais sedutora. Os anos de cr...

Novo fôlego para o PS

Imagem retirada da internet Terminou hoje a grande novela em volta da liderança do PS.  Há 3 anos se sabia que António José Seguro não chegaria a disputar as legislativas. Os altos poderes do partido nunca permitiriam que isso acontecesse, como se demonstrou. Chega António Costa e isso parece animar as massas socialistas. O partido vem num ciclo vitorioso e este novo élan terá, presume-se, a capacidade de mobilizar o seu eleitorado rumo a uma vitória em 2015.  Veremos se será assim. Começou mal o vencedor destas eleições (chamemos-lhe assim) ao não ter uma única palavra para o seu adversário nesta "corrida". Até porque Seguro foi líder numa fase particularmente difícil para os socialistas. Ingratidão é uma coisa muito feia mas muito habitual na política. Depois não se admirem com a distância entre a política (os políticos, melhor dizendo) e as pessoas. Acho, também, que o agora candidato a 1º ministro (!!!) deveria ter anunciado o que faria depois ...

Seguro vs Costa

Imagem retirada da internet O 1º debate para essa originalidade socialista de escolher um candidato a 1º ministro (!!!!!), saldou-se num enorme saco cheio de...nada! Muito nervosismo (Judite de Sousa incluída), acusações de deslealdade e traição (não contrariadas até porque são por demais evidentes) e ZERO de ideias. Jornalismo mais preocupado em explorar as questiúnculas entre facções em vez de explorar ideias, projectos (António Costa confessou nem o ter!!!) e políticas. Passos Coelho e Paulo Portas devem ter rebolado de tanto riso. Até já!!!!

Hora da verdade

Retirada de observador.pt Os partidos políticos não têm emenda!!! Exemplos disso são inúmeros embora o que traga aqui hoje seja a guerra interna no Partido Socialista. Não é novidade para ninguém que António Costa estava à espera da melhor oportunidade para "empurrar" António José Seguro. Aparentemente, o momento escolhido foi após uma...vitória eleitoral!!! Curta vitória, dirão alguns. Uma vitória, dirão outros. Todos terão razão, obviamente. O problema é que, com Seguro, não "cheira a poder" ao aparelho socialista. Reconhecem boas possibilidades de vitória nas legislativas mas a pequena diferença não faz esperar outra coisa que não seja uma divisão de poder. Em circunstâncias de (quase) igualdade. Isso não é tolerável para um aparelho sedento de "cadeiras".  Não esqueçamos, porém, que António Costa fez há escassos meses um "contrato" com os lisboetas. Não esqueçamos, também, que o mesmo socialista teve oportunidade de se can...